Aqui eu mostro um pouco das coisas que me movem: seja na minha vida profissional ou pessoal! Coisas que gosto, acredito e que divertem!!!!
Hoje é...
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quarta-feira, 2 de março de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
terça-feira, 16 de novembro de 2010
20 de Novembro- dia da Consciência Negra, graças ao poeta rosariense OLIVEIRA SILVEIRA

Um dos criadores do Grupo Palmares, de Porto Alegre. Estudou a data e sugeriu a evocação do 20 de Novembro, lançada e implantada no Brasil pelo Grupo Palmares a contar de 1971, tornando-se Dia Nacional da Consciência Negra em 1978, denominação proposta pelo Movimento Negro Unificado contra a Discriminação Racial, MNUCDR.Como escritor, publicou até 2005 dez títulos individuais de poesia – Pêlo escuro, Roteiro dos tantãs, Poema sobre Palmares, entre outros – e participou de antologias e coletâneas no país e no exterior: Cadernos negros, do grupo Quilombhoje, e A razão da chama, de Oswaldo de Camargo, em São Paulo-SP; Quilombo de Palavras, organização de Jônatas Conceição e Lindinalva Barbosa, em Salvador, na Bahia; Schwarze poesie/Poesia negra e Schwarze prosa/Prosa negra, organizadas por Moema Parente Augel e editadas na Alemanha por Édition diá em 1988 e 1993, com tradução de Johannes Augel; ou revista Callaloo volume 18, número 4, 1995, e volume 20, número 1 (estudo de Steven F. White), 1997, Virgínia, Estados Unidos.Oliveira Silveira faleceu em 1º de janeiro de 2009 em Porto Alegre.
Alguns poemas:
MÃO-DE-PILÃO
Água no oco,
palha, grão.
Soca, soca,
Mão-de-pilão.
Longe que é, longe que fica
e a mão-de-pilão esmurrando a cangica.
Longe que é, longe que fica
e a mão-de-pilão tocando cuíca.
Água no oco,
palha, grão.
Soca, soca,
mão-de-pilão.
Socando, socando aos sol da manhã,
o eco na serra parece tantã.
Bate, bate... pra quê bate tanto?
Longe tão longe que não adianta.
Água no oco,
palha, grão.
Soca, soca,
mão-de-pilão.
O MURO
eu bato contra o muro
duro
esfolo minhas mãos no muro
tento longe o salto e pulo
dou nas paredes do muro
duro
não desisto de forçá-lo
hei de encontrar um furo
por onde ultrapassá-lo
TRANSMISSÃO
Querem que a gente saiba
que eles foram senhores
e nós fomos escravos.
Por isso te repito:
eles foram senhores
e nós fomos escravos.
Eu disse fomos.
NEGRINHO
Um naco de fumo escuro
negrinho
da tua cor, no monturo.
Um toco de pito aceso
negrinho
cor de teu sangue indefeso.
Muito estancieiro safado
negrinho
formigueiro à beira-estrada.
Contra as manhas dessa malta
negrinho
se vai de cabeça alta.
E peço: clareia o rumo
negrinho
de teus irmãos cor de fumo."
Obrigado, minha terra
Obrigado rios de São Pedro
pelo peso da água em meu remo.
Feitorias do linho-cânhamo
obrigado pelos lanhos.
obrigado loiro trigo
pelo contraste comigo.
Obrigado lavoura
pelas vergas no meu couro.
Obrigado charqueada
por minhas feridas salgadas.
Te agradeço Rio Grande
ENCONTREI MINHAS ORIGENS
Encontrei minhas origens
em velhos arquivos
....... livros
encontrei
em malditos objetos
troncos e grilhetas
encontrei minhas origens
no leste
no mar em imundos tumbeiros
encontrei
em doces palavras
...... cantos
em furiosos tambores
....... ritos
encontrei minhas origens
na cor de minha pele
nos lanhos de minha alma
em mim
em minha gente escura
em meus heróis altivos
encontrei
encontrei-as enfim
me encontrei
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Dez anos da escola Chapéu do Sol


Festa marca dez anos da escola Chapéu do Sol
A Escola Municipal de Ensino Fundamental Chapéu do Sol, no bairro Belém Novo, festejou dez anos no sábado, 24 de abril, com uma série de atividades que envolveram alunos, professores e a comunidade escolar.
As ações começaram cedo com a realização de uma mini-rústica para os estudantes. Em seguida, foi realizada uma homenagem aos professores fundadores da instituição. As alunas Daiane Souza da Rosa, da C31, e Raquel Soares da Rosa, da C32, ambas com 14 anos, e integrantes das primeiras turmas da Chapéu do Sol, leram um emocionante texto em referência aos educadores.
Logo após, foram apresentadas diversas canções, que variaram do tradicional “Parabéns a você” a outras também interpretadas em inglês, espanhol e italiano. Na seqüência, foram servidos bolo e suco aos presentes. Mais tarde, ocorreu a apresentação de 20 integrantes da bateria da Escola de Samba Estado Maior da Restinga, que contagiou e fez sambar crianças e adultos.
Um dos pontos altos da manhã foram as declarações das ex-estudantes Elisângela Viegas Martins, 15 anos, Juliana Mendes da Silva, 16, e Débora Rodrigues da Silva, 18, que iniciaram suas vidas escolares concomitante à abertura da escola no Jardim, e que hoje cursam o Ensino Médio em outras escolas. Elas relataram momentos vividos na instituição e contaram um pouco das conquistas pessoais e profissionais.
Por fim, o aniversário da instituição que atende mais de 1.300 alunos, ainda foi festejado com a apresentação da Orquestra Villa-Lobos, do músico Tom Gil e com a premiação aos vencedores da mini-rústica.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Cristiano Ronaldo
Este foi o nome escolhido no inicio de junho para o nosso peixe "beta". Quem deu o nome foi o João Pedro da Silva Santos, da turma B33, e este nome foi escolhido entre tantos outros legais!
Turma da Mônica contra as drogas
Aproveitem !!!
http://www.monica.com.br/institut/drogas/welcome.htm
domingo, 11 de julho de 2010
Psiquiatra argentino defende que ação do crack no cérebro transforma humanos em animais
Durante o 1° Congresso Internacional Crack e Outras Drogas, do qual participam conferencistas de Brasil, Argentina, México e Colômbia, ele disse que o crack dá ao usuário um sentimento de onipotência, de ter superpoderes.
– O crack atua em uma área responsável pelas noções de civilidade, provocando desinibição e liberando a fantasia. O usuário passa a agir como um zumbi, um chimpanzé. Por isso, os usuários matam por qualquer coisa e nem se dão conta do que estão fazendo, agem simplesmente. Não existe um prazo para isso acontecer. Pode ser no primeiro contato com a droga ou depois de algum tempo – explica.
Para que atinja todas as partes do corpo, os ingredientes tóxicos da droga são disparados pelo sistema nervoso simpático – que estimula ações que permitem ao organismo responder a situações de forma automática – e conduzidos pela corrente sanguínea até os órgãos, espalhando seus efeitos pelo organismo, de acordo com Kalina.
– O entorpecente faz com que esse sistema simpático estoure com o passar do tempo. As artérias se fecham e o coração tem de trabalhar mais, provocando microinfartos por todo o corpo. Em consequência, parte do cérebro, com o passar do tempo, fica atrofiada.
Mesmo com tamanho estrago provocado pela dependência química no organismo, o médico acredita no tratamento e cita o exemplo de Diego Maradona, técnico da Seleção Argentina, que conseguiu se livrar do uso das drogas:
– Por duas vezes o coração dele dilatou e perdeu a capacidade de se contrair em função do uso da droga. Mas, como é esportista, foi atendido rapidamente e, como ele mesmo diz, tem Deus ao seu lado, conseguiu se salvar. A maioria morre, pois a cocaína acelera a morte cerebral.
ZERO HORA 11 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Fases do desenvolvimento infantil

GARATUJA ORDENADA (A PARTIR DE 2 ANOS):
Descobre a relação gesto-traço e se entusiasma muito. Passa a olhar o que faz, começa a controlar o tamanho, a forma e a localização no papel. Varia as cores
intencionalmente. Começa a fechar suas figuras de formas circulares ou espiraladas.
GARATUJA NOMEADA (A PARTIR DOS 3 ANOS):
Representa intencionalmente um objeto concreto , através de uma imagem gráfica. Passa mais tempo desenhando.Distribui melhor os traços pelo papel descrevendo
verbalmente o que fez e começa a anunciar o que vai fazer.Alguns movimentos circulares associados a verticais começam a dar forma a uma figura humana (esquema
céfalo-caudal: a cabeça vai ser desenhada maior que o corpo.
PRÉ-ESQUEMÁTICA (4 AOS 6 ANOS):
Nessa fase aparece a descoberta da relação entre desenho, pensamento e realidade. Quanto aos espaços, os desenhos são dispersos inicialmente, não relacionados entre si.A representação da figura humana evolui em complexidade e organização: aparecem lentamente os braços, as mãos, os pés, muitas vezes com vários dedos, radiados, e às vezes aparece o corpo.A criança desta fase ainda não é capaz de organizar graficamente um todo coerente. Os objetos são desenhados de forma solta e a relação entre eles é subjetiva (posição satélite). Em relação a cor, a escolha é subjetiva e ligada as emoções do vivido.A elaboração da figura humana está intimamente ligada à significação simbólica que as diversas partes do corpo têm para sua história pessoal, para a forma como a criança se percebe frente ao mundo. Assim, omissões,sombreamentos ou distorções podem representar conflitos internos.
Enfim, é muito importante a criança ter oportunidade de se expressar seja através de desenho ou brincadeira. Dessa forma, estará vivenciando questões internas (muitas vezes conflitantes), ou seja, através do desenho e/ou brincadeira a criança "põe para fora" aquilo que ainda não dá conta de resolver. E cabe a nós, professores estarmos atentos as várias maneiras de expressões não-verbais (tão importantes quanto as convencionais), pois elas podem nos dar indícios do que a criança vive, experimenta ou sente. Portanto, fiquemos atentos!
Referências bibliográficas:
•Avaliação Psicopedagógica da criança de 0 a 6 anos/Vera Barros de Oliveira e Nádia A. Bossa (orgs.) – Petropólis, RJ: Vozes, 1994.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
O porquê de dar "limites" para o filho

IMPORTÂNCA DOS "LIMITES"
Estipular limites para um filho, com bom senso, é prepará-los para conviver com o mundo, e com as frustrações que fazem parte da realidade da vida.
As frustrações quando ocorrem de forma não intensa e nem excessiva, promovem um exercício para o "EU", que permite o desenvolvimento da criatividade, integração e etc. É necessário que os limites impostos pelos pais possam ser explicados para os filhos.
Educar sem apresentar razões apenas insistindo, "porque sim", "porque a mãe mandou" não é uma boa maneira de auxiliá-los a lidar com a frustração.
É importante ter uma afinidade entre as orientações dadas pelo pai e pela mãe.
É muito ruim para os filhos quando recebem dos pais orientações muito diferentes e contraditórias.
Educar sempre envolve erros e acertos.
Não há uma receita infalível para transformar os filhos em pessoas felizes e bem sucedidas.
É errado exigir, que os filhos sigam a risca as orientações dos pais, assim como é errado não dar nenhuma orientação.
A pior coisa que pode ocorrer com uma criança é ser deixada à própria sorte.
Nenhuma pessoa é capaz de educar a si mesma e preparar-se sozinha para os desafios da vida adulta.
O diálogo e o interesse pela criança é sempre um bom aliado.
Não adianta impor limites sem conversar e demonstrar afeto pela criança.
É importante para uma resposta satisfatória da criança aos limites impostos, que haja uma boa qualidade de relação.
Rosângela Martins-Psicóloga
