Aqui eu mostro um pouco das coisas que me movem: seja na minha vida profissional ou pessoal! Coisas que gosto, acredito e que divertem!!!!
Hoje é...
.
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Há, a Colômbia!
Fui a Colômbia, fora a história transpirando por toda parte, as frutas tem seu glamour próprio!!!! Uma que amei, a Granadilla!
A Granadilla (Passiflora ligularis) é uma variedade maracujá com frutas comestíveis, que são
muito doces e tem um sabor excelente.Para mim, o melhor dos maracujás!
Planta trepadeira, como quase todos os maracujás, com muito rápido requer um
solo fértil e rego frequente. Gosta de clima mais fresco que o maracujá doce ou
gigante mas não resiste as geadas.
Germinação Deixar as sementes em molho em GA3 por 24horas (se não
tiver GA3 use suco de maracujá azedo) e depois enxaguar, limpar e semear em
substrato ou terra orgânica leve. Colocar na meia sombra, e se não fizer calor,
tampar os vasos ou bandejas com plástico para gerar um efeito estufa.
Germina entre 4-5 semanas.
Cultivo
Transplantar as plantas pequenas quando tenham seu segundo par de folhas verdadeiras, ao lugar definitivo, onde tenha terra muito fértil e permeável. Manter a terra úmida e abonar um adubo líquido, em concentração suave.
Como regra geral da adubação, esta deve ser pobre em nitrogênio (que fomenta o crescimento das folhas, mas não a frutificação) e rega frequente.
Trepadeira, precisa de suporte. Necessita de PLENO SOL. Começa a produção já no primeiro ano.
Transplantar as plantas pequenas quando tenham seu segundo par de folhas verdadeiras, ao lugar definitivo, onde tenha terra muito fértil e permeável. Manter a terra úmida e abonar um adubo líquido, em concentração suave.
Como regra geral da adubação, esta deve ser pobre em nitrogênio (que fomenta o crescimento das folhas, mas não a frutificação) e rega frequente.
Trepadeira, precisa de suporte. Necessita de PLENO SOL. Começa a produção já no primeiro ano.
Flor:
Passiflora, nome dado por Carolus Linnaeus a este gênero de plantas vem do latim Flos passionis que literalmente significa sofrimento (paixão), em alusão à Paixão de Cristo e os primeiros missionários da América queriam ver os instrumentos utilizados durante a Paixão as diferentes partes que compõem estas flores.
Fruta:
A sua pequena fruta forma de um ovo e na cor laranja, contém um sementes avermelhadas que são interpretadas como as gotas de sangue coagulado que corria das feridas do corpo santo. Tudo isso é completado com simbolismo cristão lenda Guarani que conhecemos e relata:
Lenda:
Um padre veio para missões com o objetivo de pregar os ensinamentos do Divino Mestre, cruzando cada dia selva em busca de índios para converter. Certa vez, ao atravessar uma ponte pequena, ouviu o grito angustiado de uma menina que está sendo perseguido por um jaguar, sendo que tinha se refugiado nos ramos de uma árvore fraco. Para lá se virou missionário, trazendo sobre si a ira do jaguar, gritando para a criatura desolada que rapidamente fugiu em segurança. Enquanto isso, o animal, deixando a outra presa, lançou-se sobre o sacerdote, e com as garras terríveis e poderosas tomou-lhe a vida. O sangue regou o solo macio em que logo nasceu uma planta, a flor de maracujá ou paixão, que flor lembra ao mundo a beleza de sofrimento para o bem dos outros ...
Lenda:
Um padre veio para missões com o objetivo de pregar os ensinamentos do Divino Mestre, cruzando cada dia selva em busca de índios para converter. Certa vez, ao atravessar uma ponte pequena, ouviu o grito angustiado de uma menina que está sendo perseguido por um jaguar, sendo que tinha se refugiado nos ramos de uma árvore fraco. Para lá se virou missionário, trazendo sobre si a ira do jaguar, gritando para a criatura desolada que rapidamente fugiu em segurança. Enquanto isso, o animal, deixando a outra presa, lançou-se sobre o sacerdote, e com as garras terríveis e poderosas tomou-lhe a vida. O sangue regou o solo macio em que logo nasceu uma planta, a flor de maracujá ou paixão, que flor lembra ao mundo a beleza de sofrimento para o bem dos outros ...
Conteúdo nutricional:
O maracujá é uma excelente fonte de potássio, cálcio, fósforo, ferro e fibras. Ajuda a fornecer vitaminas essenciais para o organismo, como a vitamina B1, B2, C e pró-vitamina A. Também contém proteínas e carboidratos.
O maracujá é uma excelente fonte de potássio, cálcio, fósforo, ferro e fibras. Ajuda a fornecer vitaminas essenciais para o organismo, como a vitamina B1, B2, C e pró-vitamina A. Também contém proteínas e carboidratos.
Benefícios para a saúde:
É recomendado para a estabilização dos nervos, já que funciona como calmante natural ou sedativo. O suco é utilizado como um estimulante digestivo, também controla a acidez e auxilia a cicatrização das úlceras. Além disso, esta fruta é rica em fibras, se consumido com sementes. Conhecido como o "fruto de crianças", porque ele ativa o timo de crianças e as ajuda a crescer. Alivia a tosse e febre baixa. Para combater a diarréia e cólicas e também pode ser útil como um tratamento para vermes (vermífugo). Estudos na "Universidade da Califórnia, foi encontrada em pacientes com câncer de próstata ao ingerir diariamente um copo de suco de Granada por um longo tempo a atrasar o desenvolvimento de tumores.
Consumo:
Geralmente paixão comidos crus para isso, polpa do dedo breaks simplesmente casca e comido com uma colher. Você também pode obter uma bebida agradável, esforçando-se a polpa ea adição de água. Extrato de maracujá pode ser usado para preparar sorvetes, suflês, molhos e iogurte.
Geralmente paixão comidos crus para isso, polpa do dedo breaks simplesmente casca e comido com uma colher. Você também pode obter uma bebida agradável, esforçando-se a polpa ea adição de água. Extrato de maracujá pode ser usado para preparar sorvetes, suflês, molhos e iogurte.
O que é TIMO:
O timo situa-se na porção superior do mediastino anterior. Limita-se,
superiormente com a traquéia, a veia jugular interna e a artéria
carótida comum, lateralmente com os pulmões e inferior e posteriormente
com o coração.Sua função é protetora, com a produção complementar de anticorpos.
Saiba Mais no GrupoEscolar.com: http://www.grupoescolar.com/pesquisa/timo.html
Saiba Mais no GrupoEscolar.com: http://www.grupoescolar.com/pesquisa/timo.html
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Como ensinar por meio da pesquisa
Ensinar
os alunos a estudar para que se saiam bem em toda a Educação Básica, no Ensino
Superior e por toda a vida é, sem dúvida, uma das grandes responsabilidades da
escola. Poucas atividades atendem tão bem a essa demanda como a pesquisa - que
tem como procedimentos básicos ler para estudar e ler para escrever. Realizada
com acompanhamento e numa escala progressiva de dificuldade, ela desenvolve as
habilidades de localizar, selecionar e usar informações, essenciais para
aprender com independência. "A criança transforma conhecimentos já
disponíveis na sociedade em algo novo para ela", explica Pedro Demo, docente da Universidade de Brasília (UnB). Ninguém
chega à escola sabendo pesquisar e também não aprende a fazer isso num passe de
mágica assim que é alfabetizado - apesar de muitos professores simplesmente
passarem a tarefa sem antes ensinar a realizá-la. Essa é uma competência que se
desenvolve com a prática e com direcionamento. "A investigação na escola
está intimamente ligada à orientação. Se até mesmo um doutorando tem um
orientador, por que as crianças da Educação Básica dariam conta do trabalho
sozinhas?", questiona Bernadete Campello, da Universidade Federal de Minas
Gerais (UFMG) e autora de obras sobre o assunto. Antes de convidar a meninada a
explorar livros na biblioteca, a ler artigos na Internet, a entrevistar um
especialista ou a analisar vídeos e fotos, é preciso determinar os objetivos de
aprendizagem com relação aos procedimentos de pesquisa e aos conteúdos
abordados. Na hora de iniciar o trabalho, todos têm de estar cientes de seus
propósitos: encontrar respostas para um problema. Aqui vale um destaque: buscar
uma informação específica e que é facilmente encontrável - como a data ou os
protagonistas de um fato histórico - não é investigar. "A pesquisa
envolve, sim, a habilidade de localizar informações, mas não só isso. A chave,
principalmente para os mais experientes, está na interpretação delas e na
apresentação de um ponto de vista próprio para uma audiência interessada, como
os colegas da sala e da escola ou a comunidade", ressalta Demo. A atividade
só será produtiva também se a sala estiver completamente envolvida pelo tema.
"Na vida real, só procuramos respostas para aquilo que nos aflige ou que
gera grande curiosidade. O mesmo ocorre na escola: é necessário querer conhecer
mais sobre o assunto para se envolver", ressalta Bernadete. Para que os
alunos deem conta desse desafio, cabe a você apresentar fontes confiáveis e
ensiná-los a tomar notas, a fazer resumos, a entrevistar pessoas e a construir
sentidos para os textos. Além disso, é essencial mostrar modelos e formas de
preparar um produto final em que as descobertas sejam apresentadas. Ao passar
por diversas experiências nesse percurso, as crianças adquirem segurança para
empregar os conhecimentos em outras situações de coletas de dados, de análise e
de estudo (é o caso de provas, preparações para debates ou apresentações, por
exemplo). Assim, tornam-se mais autônomas. Conheça em detalhes as cinco etapas para realizar uma boa pesquisa escolar:
fazer uma boa pergunta, indicar fontes seguras, ensinar a interpretar, orientar
a produção escrita e finalizar os trabalhos, socializando as aprendizagens. Em
cada uma delas, há recomendações específicas para três etapas de ensino - da
Educação Infantil ao 2º ano, do 3º ao 5º e do 6º ao 9º -, além de exemplos.
Os erros mais comuns:
- Pedir que os alunos procurem tudo sobre um
assunto. A turma não aprende com essa atividade e se confunde sem um objetivo
claro.
- Trabalhar com pesquisa o tempo todo. É preciso usar a estratégia com critério e mesclá-la a outras, como a boa e velha aula expositiva.
- Passar para o bibliotecário a orientação da pesquisa. Ele pode ajudar na seleção do material, mas o papel de ensinar a buscar dados e interpretá-los é do professor.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Bombas de semente
O termo foi usado pela primeira vez por Liz
Christy, em 1973.
Para cada 5 partes de argila, deve-se misturar uma de composto orgânico e uma de sementes. Misture os ingredientes e adicione água aos poucos até a mistura ficar homogênea. Por fim, basta apertar bem a massa que se formou, molda-la em pequenas bolinhas e deixar secar no sol por algumas horas até que a argila endureça.
Depois, é só jogar mundo afora!
As primeiras granadas, ou bobas, de sementes foram feitas a partir de balões
cheios de sementes de tomate e fertilizantes onde eram lançadas sobre
cercas em terrenos baldios em Nova York, transformando-os em verdadeiros
oásis de flores.
Você também pode participar, transformando a cidade,
tudo o que temos a fazer agora é lançar uma "bomba verde" em terrenos
degradados de nossa cidade e, em seguida, voltar ao longo das próximas
semanas para conferir o resultado.
Ingredientes:
*Argila
*Composto orgânico
*Sementes de sua escolha.
Preparo:Para cada 5 partes de argila, deve-se misturar uma de composto orgânico e uma de sementes. Misture os ingredientes e adicione água aos poucos até a mistura ficar homogênea. Por fim, basta apertar bem a massa que se formou, molda-la em pequenas bolinhas e deixar secar no sol por algumas horas até que a argila endureça.
Depois, é só jogar mundo afora!
3 horas de relaxamento total: paraíso na Terra!
Comece relaxando a partir da circunferência
- é aí que estamos, e só podemos começar de onde estamos. Relaxe a
circunferência do seu ser - relaxe o corpo, o comportamento, as
atitudes. Caminhe de modo relaxado, coma de modo relaxado, ouça de modo
relaxado. Diminua o ritmo de todo o processo. Não tenha pressa, não se
afobe. Viva como se toda a eternidade estivesse à sua disposição - na
verdade, está à sua disposição. Estamos aqui desde o princípio e continuaremos aqui até o fim; isso, se
houvesse um princípio e um fim. Na realidade, não há princípio nem fim.
Nós sempre estivemos aqui e aqui ficaremos para sempre. As formas vão mudando, mas não a substância; as roupagens vão mudando, mas não a alma. Tensão significa pressa, medo, dúvida.
Tensão significa um esforço constante para se proteger, para ficar em
segurança. Tensão significa preparar-se agora para o amanhã ou para a
vida após a morte. Com medo do amanhã, você não conseguirá enfrentar a
realidade; então, prepare-se. Tensão significa o passado que você não
viveu, apenas contornou de alguma forma. E algo pendente, um resquício
do que passou e que ainda o envolve. Lembre-se de uma coisa essencial sobre a vida: qualquer experiência que não foi vivida continuará à sua espera, insistindo: “Conclua-me! Vivencie-me! Complete-me!” Existe uma característica intrínseca em toda experiência, que é querer ser concluída.
Depois disso ela evapora, mas enquanto estiver incompleta irá
persistir, torturando-o e assombrando-o, atraindo a sua atenção. Ela
diz: “O que você vai fazer a meu respeito? Ainda estou incompleta -
conclua-me!”. Todo o seu passado espera sem conclusão, porque nada foi vivido realmente.
Tudo foi contornado de algum modo, vivido parcialmente, sem entusiasmo.
Não houve intensidade, não houve paixão. Você viveu como um sonâmbulo.
Portanto, esse passado está pendente e o futuro causa medo. E esmagado
entre o passado e o futuro está o presente, a única realidade. Você terá de relaxar começando pela circunferência. O primeiro passo é relaxar o corpo.
Lembre-se, sempre que possível, de olhar o corpo, se estiver sentindo
tensão em algum lugar - no pescoço, na cabeça, nas pernas. Relaxe essa
parte conscientemente. Dirija a atenção para ela e convença-a, dizendo carinhosamente: “Relaxe!”. Ao se dirigir a qualquer parte do corpo, você notará que ela ouvirá e o
obedecerá - trata-se do seu corpo! Com os olhos fechados, mergulhe no
interior do corpo, desde o dedão do pé até a cabeça, procurando por
qualquer lugar onde sinta tensão. Converse com seu corpo como se conversasse com um amigo: “Não há nada a temer. Não tenha receio. Eu estou aqui para cuidar
de você - pode relaxar.” Bem lentamente, você aprenderá a lidar com seu
corpo. Depois, dê mais um passo, um pouco mais profundo: diga à mente para relaxar. Se o corpo ouve, a mente também ouve, mas você não pode começar pela mente
- tem de começar do início, não pode começar do meio. Muitas pessoas
começam com a mente e fracassam. Tudo tem de ser feito na ordem certa. Se foi possível relaxar o corpo voluntariamente, também será possível
ajudar a mente a relaxar da mesma forma. A mente é um fenômeno mais
complexo. Quando você tiver confiança de que o corpo o ouve, acreditará
mais em si mesmo. Agora até a mente conseguirá ouvi-lo. Levará um pouco mais de tempo com a mente, mas é possível. Quando a mente estiver relaxada, comece a relaxar o coração, o mundo dos
sentimentos, das emoções - que é ainda mais complexo e sutil. Porém
agora você está agindo com mais confiança. Sabe que tudo isso é
possível. Se é possível com o corpo e a mente, também será com o coração. E só então, quando já tiver dado esses três passos, poderá dar o quarto. Poderá ir até o âmago do seu ser, que está além do corpo, da mente e do coração, que é o próprio centro da sua existência. E também será capaz de relaxá-lo. Esse relaxamento certamente traz uma alegria suprema, o máximo em êxtase, em aceitação. Você se sentirá pleno e jubiloso. Sua vida será como uma dança. Toda a existência está dançando, exceto o ser humano. Toda a existência
está num movimento extremamente relaxado; o movimento existe, não há
dúvida, mas é absolutamente relaxado.
As árvores estão crescendo; os pássaros, cantando; os rios, correndo;
as estrelas, se movendo; tudo está avançando de um modo bem relaxado.
Sem pressa, urgência, preocupação ou desgaste. Exceto o ser humano. O homem passou a ser vítima da própria mente. Ele pode se elevar acima
dos deuses e descer mais do que os animais. O homem possui um espectro
enorme, é uma escada indo do mais baixo ao mais alto. Você caminha num
determinado ritmo, isso se tornou habitual, automático. Agora, tente
caminhar mais devagar. Buda costumava dizer aos discípulos: “Caminhem
bem devagar e deem cada passo com muita consciência.” Se der cada passo com consciência, acabará andando mais devagar. Se estiver correndo, com pressa, se esquecerá disso. O corpo precisa ficar totalmente relaxado, primeiro, como uma criancinha. Depois é possível tentar atingir a mente. Avance cientificamente:
primeiro o mais simples, depois o mais complexo e afinal o mais
complexo ainda. Só então você conseguirá relaxar o âmago do seu ser. O relaxamento é um dos fenômenos mais complexos que existem.
É muito rico, multidimensional. Todas essas coisas fazem parte dele: o
desprendimento, a confiança, o amor, a aceitação, o seguir com o fluxo, a
união com a existência, a ausência de ego, o êxtase. As pretensas religiões deixaram as pessoas muito tensas porque inspiraram culpa. Todo o meu empenho é em ajudá-lo a se livrar da culpa e do medo. Não existe inferno nem céu. Portanto, não tenha medo do inferno e não cobice o céu. Tudo o que existe é este momento. Você pode fazer deste momento um inferno ou um céu - isso é certamente
possível -, mas não existe céu nem inferno em outro lugar. Inferno é
quando você está todo tenso e céu é quando está relaxado. O relaxamento total é o paraíso.
Osho, em "Corpo e Mente em Equilíbrio".
retirado de: http://www.palavrasdeosho.com/2014/01/tensao-e-relaxamento.html#ixzz2vlKYyqAE
Osho, em "Corpo e Mente em Equilíbrio".
retirado de: http://www.palavrasdeosho.com/2014/01/tensao-e-relaxamento.html#ixzz2vlKYyqAE
terça-feira, 11 de março de 2014
Li hoje no jornal Zero Hora!
David Coimbra: "Chora, macaco imundo". Colunista fala sobre racismo no futebol
Li hoje no jornal Zero Hora a coluna de David Coimbra e achei o máximo!Compartilho para ler e refletir!
Machiavel dizia:
“Todos veem o que tu pareces, poucos sentem o que tu és”.
Eu digo:
“Às vezes é bom começar com uma citação. Dá o peso da Verdade ao texto”.
Mas não estou sendo cínico. Acredito na máxima de Machiavel, que, de resto, era homem inteligentíssimo. Você sente o que você é. Você tem, em algum lugar do fundo do peito, uma ideia do que é a sua vida. Você tem a sua própria história incrustada na alma, e você precisa ser coerente com essa história, ou implodirá psicologicamente.
Por exemplo: aquele sujeito musculoso que espanca gays na rua. Ele passa a imagem de que é um machão, e é como todos o veem. Ele também quer acreditar que é assim, foi essa a história que construiu para si mesmo. Mas, nas profundezas do seu ser, ele sente um incompreensível desejo homossexual. E é por isso que ele bate nos gays: para expulsar um desejo que não deve sentir; um desejo que ele, mesmo sentindo, não pode reconhecer que sente. Porque, se reconhecer, estará sabotando a história que escreveu em sua alma e que apresenta com orgulho para os outros. O espancador de gays não chega a ser um gay frustrado, mas é uma pessoa que está sempre na iminência de se tornar incoerente com a sua própria história. Dramático.
Um país também tem uma imagem externa e uma história interna. Para o exterior, o Brasil construiu uma imagem de bonomia, de alegria, de tolerância e de felicidade. Durante muito tempo o brasileiro quis acreditar nisso, mas a história do Brasil teima em desmentir essa crença.
Vou citar um único fato que, como o desejo homossexual recôndito do machão, implode a história o Brasil de dentro para fora: por aqui houve 300 anos de escravidão. Fomos o último país a abolir a escravatura. E no Brasil não houve, como houve nos Estados Unidos, programas de integração dos ex-escravos na sociedade. E no Brasil as chamadas ações afirmativas são tardias, malfeitas e quase inócuas. E no Brasil nunca se produziu um filme como esse ganhador do Oscar que está em cartaz, “12 anos de escravidão”, que é uma exposição honesta e crua da história dos Estados Unidos para o mundo exterior. Este filme é como uma confissão. É como se o espancador de gays um dia admitisse: sim, eu sinto um desejo que não gostaria de sentir.
Os 300 anos de escravidão do Brasil são uma mácula horrenda que o Brasil jamais teve coragem de expor. Uma culpa nunca expiada. E, mais do que mácula e culpa, é um episódio definidor do caráter e da história do brasileiro. Por isso, toda reação a manifestações racistas será bem-vinda no Brasil. Ser chamado de gringo ou de alemão nunca foi pejorativo. Chamar alguém de macaco é ofensa no mundo inteiro, pela conotação histórica que a palavra ganhou. Pelo que o homem branco fez com o homem negro.
Torcedores gremistas juram não estar sendo racistas quando cantam para os colorados “chora, macaco imundo”. Está bem. Vou acreditar que não sejam, sou um crédulo. Mas a palavra é racista. É uma injúria eterna e universal, quando dita para um homem negro. É preciso evoluir até no xingamento. A torcida do Grêmio bem pode encontrar uma forma mais civilizada de agredir o tradicional adversário.
Machiavel dizia:
“Todos veem o que tu pareces, poucos sentem o que tu és”.
Eu digo:
“Às vezes é bom começar com uma citação. Dá o peso da Verdade ao texto”.
Mas não estou sendo cínico. Acredito na máxima de Machiavel, que, de resto, era homem inteligentíssimo. Você sente o que você é. Você tem, em algum lugar do fundo do peito, uma ideia do que é a sua vida. Você tem a sua própria história incrustada na alma, e você precisa ser coerente com essa história, ou implodirá psicologicamente.
Por exemplo: aquele sujeito musculoso que espanca gays na rua. Ele passa a imagem de que é um machão, e é como todos o veem. Ele também quer acreditar que é assim, foi essa a história que construiu para si mesmo. Mas, nas profundezas do seu ser, ele sente um incompreensível desejo homossexual. E é por isso que ele bate nos gays: para expulsar um desejo que não deve sentir; um desejo que ele, mesmo sentindo, não pode reconhecer que sente. Porque, se reconhecer, estará sabotando a história que escreveu em sua alma e que apresenta com orgulho para os outros. O espancador de gays não chega a ser um gay frustrado, mas é uma pessoa que está sempre na iminência de se tornar incoerente com a sua própria história. Dramático.
Um país também tem uma imagem externa e uma história interna. Para o exterior, o Brasil construiu uma imagem de bonomia, de alegria, de tolerância e de felicidade. Durante muito tempo o brasileiro quis acreditar nisso, mas a história do Brasil teima em desmentir essa crença.
Vou citar um único fato que, como o desejo homossexual recôndito do machão, implode a história o Brasil de dentro para fora: por aqui houve 300 anos de escravidão. Fomos o último país a abolir a escravatura. E no Brasil não houve, como houve nos Estados Unidos, programas de integração dos ex-escravos na sociedade. E no Brasil as chamadas ações afirmativas são tardias, malfeitas e quase inócuas. E no Brasil nunca se produziu um filme como esse ganhador do Oscar que está em cartaz, “12 anos de escravidão”, que é uma exposição honesta e crua da história dos Estados Unidos para o mundo exterior. Este filme é como uma confissão. É como se o espancador de gays um dia admitisse: sim, eu sinto um desejo que não gostaria de sentir.
Os 300 anos de escravidão do Brasil são uma mácula horrenda que o Brasil jamais teve coragem de expor. Uma culpa nunca expiada. E, mais do que mácula e culpa, é um episódio definidor do caráter e da história do brasileiro. Por isso, toda reação a manifestações racistas será bem-vinda no Brasil. Ser chamado de gringo ou de alemão nunca foi pejorativo. Chamar alguém de macaco é ofensa no mundo inteiro, pela conotação histórica que a palavra ganhou. Pelo que o homem branco fez com o homem negro.
Torcedores gremistas juram não estar sendo racistas quando cantam para os colorados “chora, macaco imundo”. Está bem. Vou acreditar que não sejam, sou um crédulo. Mas a palavra é racista. É uma injúria eterna e universal, quando dita para um homem negro. É preciso evoluir até no xingamento. A torcida do Grêmio bem pode encontrar uma forma mais civilizada de agredir o tradicional adversário.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
A Escala do Universo
Um excelente e muito instrutivo aplicativo desenvolvido por Carl Huang
permite ver detalhes sobre diversos elementos, desde proporções microscópicas
até elementos gigantescos.
Agora com versão em Português, fica fácil para professores de todo Brasil
recomendarem o site para seus alunos, além de ser uma ótima maneira de aprender
informações aleatórias importantes que ajudam a entender a escala do universo.Para acessar o aplicativo, copie o link abaixo e selecione Português
Brasileiro. Pode demorar um pouco para carregar dependendo da velocidade de sua
conexão mas pode ter certeza que vale a pena!
http://htwins.net/scale2/lang.html
Cordas: uma lição de vida !
Fiquei tão
maravilhada, emocionada com este curta-metragem de animação que não resisti a
ansiedade de publicá-lo.
Cordas ganhou o Premio Goya em 2014, na categoria de Melhor Curta Metragem de Animação.
O enredo gira em torno da história de uma menininha adorável e com um amor
imenso pela vida, que vive em um orfanato e que logo cria uma conexão
especial com um novo amiguinho de classe que sofre de paralisia
cerebral.
Cordas
apresenta uma reflexão sobre o amor incondicional e a amizade
verdadeira.
A animação de pouco mais de 10 minutos foi enviada ao YouTube sem a autorização de seus criadores e em apenas dois dias alcançou mais de um milhão de visualizações, conquistando os corações de um monte de usuários nas redes sociais, mas sendo deletado.
<iframe src="http://videos.sapo.pt/playhtml?file=http://rd3.videos.sapo.pt/NpaSnzJBRH55PLLm1kFY/mov/1&autoStart=1" frameborder="0" scrolling="no" width="400" height="350" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen ></iframe>
A animação de pouco mais de 10 minutos foi enviada ao YouTube sem a autorização de seus criadores e em apenas dois dias alcançou mais de um milhão de visualizações, conquistando os corações de um monte de usuários nas redes sociais, mas sendo deletado.
<iframe src="http://videos.sapo.pt/playhtml?file=http://rd3.videos.sapo.pt/NpaSnzJBRH55PLLm1kFY/mov/1&autoStart=1" frameborder="0" scrolling="no" width="400" height="350" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen ></iframe>
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
O que o Brasil fez para merecer tão afetada torcida do contra? por Washington Araújo
Ingenuidade cai bem em dois tipos de seres humanos – as crianças e os
bem-intencionados. Nas crianças porque lhes reforça aquela pureza
original, aquela ausência de malícia que lhes é peculiar. Nos
bem-intencionados porque estes ainda trazem consigo resquícios de uma
infância tardia e, mesmo nos embates e agruras da vida não se deixaram
contaminar por interesses escusos e agendas ocultas.
É assim que observo a desfaçatez com que revistas como Veja,
carro-chefe da Abril e jornais como Folha de S.Paulo, apenas para citar
alguns baluartes de nossa tradicional grande mídia, propagam notícias e
rumores dando conta que começam a se organizar as grandes manifestações
populares que encherão aos ruas brasileiras em meados de 2014. Tentarão
emular as manifestações espontâneas que levaram milhares de brasileiras
às ruas de boa parte das metrópoles brasileiras em junho de 2013 e que
reivindicavam um mutirão de coisas por fazer, de hábitos políticos a
abolir, de prioridades a estabelecer. Dentre o que se ouviu da voz rouca
das ruas tínhamos de tudo um pouco – mobilidade urbana a baixo custo em
primeiro, o Vasco em segundo, saúde com padrão Fifa em terceiro,
educação de qualidade em quarto, além dos costumeiros protestos contra
políticos tradicionais de várias cores partidárias.
Repetir junho de 2013 em junho de 2014 somente se for como farsa,
grosseira farsa. Isso porque no junho original, a palavra chave era
espontaneidade, não era algo orquestrado de cima para baixo e nem sofreu
aparelhamento político-partidário. O que se prenuncia como arremedo
para 2014 já se insinua com todos os antigos vícios de origem:
instrumentalização partidária, escada de certos candidatos para
alavancagem de míseros índices em pesquisas eleitorais, ONGs e coisas do
tipo desejando se apoderar desde o início de possíveis levantes
populares e, como não poderia faltar, criar infraestrutura para praças
de guerra em volta dos 12 estádios em que se realizarão os jogos da Copa
2014.
E daí não tarda a existência de uma Central Única de Protestos,
responsável por angariar agitadores de bandeiras, baderneiros
encapuzados, líderes virtuais a atualizar datas, locais e horários de
protestos em 12 capitais onde se realizarão os jogos.
Será de todo lamentável que algum contingente razoável de pessoas
embarque nessa canoa furada. As reivindicações não são nem razoáveis e
nem plausíveis sob qualquer ângulo que se queira escrutinar.
O que o Brasil ganha ao potencializar o caos por muitos previsto para
a Copa? Piorar a imagem do país no exterior. País com péssima imagem é
igual a menor fluxo de investimentos financeiros e menor fluxo de
trânsito turístico. E quando essas duas pontas são sacrificadas,
sacrificadas também são a possibilidades de desenvolvimento econômico e
social, subtraem-se aos milhares os postos de trabalho, diminui
grandemente a arrecadação de imposto e com esses, se inviabiliza de vez
os meios para termos saúde e educação no festejado padrão Fifa.
Quem perde com isso? O país como um todo. Mas principalmente os
milhões de brasileiros que em caso de doença são socorridos pelo SUS, os
milhões de estudantes que frequentam escolas e universidades públicas,
os milhões de assalariados que precisam de transporte público de boa
qualidade e assim por diante.
Quem ganha com isso? Os que apostam no agravamento de nossas
tradicionais mazelas (saúde, educação, segurança, moradia, mobilidade
urbana) que, em um ritmo alucinante ensejaria a necessidade de
salvadores da Pátria, aventureiros e oportunistas de todos os coturnos.
Este filme já foi visto por todos os brasileiros com mais 40 anos de
idade e o retrocesso do país, tanto no seu desenvolvimento social e
econômico quanto no campo da cidadania e dos direitos humanos durou 21
anos, e foi de abril de 1964 a abril de 1985.
A se repetir, somente como farsa, e farsa que continua a ser
desmascarada amiúde em dezenas de Comissões da Verdade instaladas em
todo o país.
Em sã consciência, pergunto à minha meia dúzia de leitores, quem
acredita que ao inviabilizar e condenar a retumbante fracasso a Copa do
Mundo de Futebol 2014, a saúde e a educação pública serão regiamente
beneficiadas?
Existiria alguma conexão direta, causal, entre o fracasso da Copa
2014 e a melhoria substancial dos sistema de saúde pública? Não,
nenhuma. Mas a recíproca é verdadeira: Sim, existe conexão direta entre o
sucesso da Copa 2014 e a infraestrutura do país, e a imagem do país. Se
não, vejamos:
Estádios - Ao momento, meados de dezembro de 2013,
existem 93 obras em andamento ou já concluídas, no valor total de R$
22,9 bilhões. E não está sendo tudo aplicado na construção, ampliação ou
modernização dos estádios de futebol. A verdade é que desse montante,
os estádios receberão, ao todo, R$ 8 bilhões em investimentos, sendo R$
3,88 bilhões de financiamento do ProCopa Arenas do Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O desembolso – parcial ou
total – já foi realizado para dez obras. Ainda não houve desembolso para
a Arena Corinthians, em São Paulo. O Estádio Nacional de Brasília Mané
Garrincha não solicitou recursos do BNDES.
E é óbvio que a existência de tão modernos e sofisticados estádios,
atendendo aos mais elevados padrões internacionais para esse tipo de
obra, será legado permanente da Copa 2014. Outro ganho adicional diz
respeito à elevação da autoestima dos brasileiros, e não apenas de uma
ou outra região do país, mas antes, de brasileiros espalhados por todas
as regiões do país.
Mobilidade Urbana - Bandeira-estopim dos protestos
de junho de 2013, ao momento o Brasil tem nada menos de 45 obras
concluídas ou em fase de execução na área de mobilidade urbana nas 12
cidades-sede dos jogos da Copa. São dez obras de Bus Rapid Transit
(BRT), dois Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs), 17 corredores e vias,
16 estações terminais, Centrais de Controle de Tráfego (CCTs) e obras em
entorno de arenas. Os investimentos nesse gargalo de nossa vida urbana
ultrapassam a marca dos R$ 8,02 bilhões, sendo R$ 4,38 bilhões de
financiamento federal. Os empreendimentos ainda em obras têm conclusão
prevista para o período entre dezembro de 2013 e maio de 2014.
Somente no item “Aeroportos”, são quase 30 obras – 10 já concluídas.
Incluem obras de reforma, ampliação e construção de terminais de
passageiros, de módulos operacionais e de pistas e pátios de aeronaves,
além de uma nova torre de controle no terminal de Salvador. As outras
20, nas cidades-sedes do jogos, devem ser entregues à população até maio
de 2014. O valor destinado a melhorias da infraestrutura aeroportuária
está estimado em R$ 6,28 bilhões, sendo R$ 3,62 bilhões de investimentos
privados, por meio das concessões dos aeroportos de Brasília, São
Gonçalo do Amarante (RN), Guarulhos (SP) e Campinas (SP). É pouco?
No item “Portos”, temos seis projetos onde serão alocados R$ 587,3
milhões. Um deles encontra-se concluído – o porto do Recife. As obras no
Porto de Salvador e o alinhamento de cais do Porto de Santos devem
terminar até fevereiro de 2014 e as intervenções no Porto de Natal serão
concluídas até março. As obras nos portos de Manaus e Fortaleza têm
previsão de entrega para maio de 2014. O país terá preços mais
competitivos para escoar suas exportações. Não se trata de “obras
emergenciais”.
Ao contrário, são obras permanentes, perenes. E terão a Copa 2014
apenas como seu ponto inicial de partida para um novo salto de
desenvolvimento. Nenhum aeroporto ou porto deixará de existir após a
partida final da Copa no novíssimo Maracanã.
Alguém em sã consciência, novamente, poderia antever esses vultosos
investimentos, tanto públicos quanto privados, em ao menos 12 capitais
brasileiras, caso o Brasil não tivesse sido escolhido para sediar a Copa
do Mundo de 2014? Não, ninguém, em sã consciência, repita-se.
Não precisa ser ufanista para encher os olhos. Basta, apenas, ser bom observador.
Turismo e Hotelaria - No ranking geral do turismo
mundial de 2013, o Brasil amarga uma 51ª posição entre 140 países,
tendo subido uma colocação em relação ao ano passado. Entre os países
das Américas, o país ficou em sétimo lugar, ficando atrás de Estados
Unidos, Canadá, Barbados, Panamá, México e Costa Rica. Nem precisamos
nos referir a Roma, Paris ou Londres. Com esses no páreo nós,
historicamente, perdemos e feio. Mas é intrigante um país como o Brasil –
tão multifacetado culturalmente, com clima aprazível, praias, selvas e
topografia mais que privilegiadas, povo festeiro e hospitaleiro –
consiga estar atrás na opção de turistas de países como Estados Unidos,
México, Canadá e ainda os minúsculos Barbados, Panamá, e Costa Rica!
Um dos mais festejados atrativos para quem busca sediar evento como
Copa de Futebol e/ou Jogos Olímpicos são que estes oferecem
oportunidades para superar o déficit de infraestrutura, além de um
vitrine planetária para o país-sede. E o Brasil conseguiu emplacar nada
menos que os dois – Copa de futebol em 2014 e Olímpiadas em 2016.
Mas, é fato consumado que para a Copa 2014, o tema turismo escalou
algumas posições rumo ao topo nas agendas dos governos. Já foram
destinados R$ 196 milhões para implantação ou complementação de
sinalização e obras de acessibilidade nos atrativos turísticos nas 12
cidades-sede para a construção.
O setor hoteleiro está recebendo R$ 1,03 bilhão em investimentos, por
meio da linha de financiamento ProCopa Turismo do BNDES. Dos 16
empreendimentos beneficiados, cinco hotéis foram inaugurados, dois foram
reformados e nove estão em obras. As intervenções estão localizadas em
seis cidade-sede e redondezas. O objetivo não deixa de ser ambicioso:
aumentar em 15% a oferta de leitos até 2014.
Alguns dos gargalos que impedem o Brasil de fazer deslanchar sua
indústria de viagem e turismo é a rede de transporte terrestre
brasileira que segundo especialistas deixa muito a desejar com a
estradas, portos e ferrovias exigindo melhorias para se manter em dia
com os desenvolvimentos econômicos do país. E é verdade.
Não seria razoável esperar que em menos de 10 anos um país do tamanho
e importância do Brasil pudesse soterrar cinco séculos de quase
contínuo descaso administrativo. Não, tudo não será resolvido a toque de
caixa e nem na pontualidade dos trens ingleses e alemães. Há que se
mudar a mentalidade de nossos governantes e também de nossa sociedade
como um todo. E para isso seria necessário se reinventar, se redescobrir
o Brasil, o que não é, absolutamente, o caso.
Telecomunicações - Este é um outro campo que o país
tem avançado e avançou exatamente devido à urgência de preparar o país
para a Copa. Até março de 2014, a Telecomunicações Brasileiras S. A.
(Telebras) pretende entregar toda a rede de fibra óptica nas 12 sedes.
Entre as cidades que receberam a Copa das Confederações, três estão com
as redes concluídas para a Copa e outras três passam por obras
adicionais visando ao Mundial. O investimento total é de R$ 233 milhões,
e dotará o País de uma rede de telecomunicações mais eficiente.
Por outro lado, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)
acelera investimentos no setor. Serão R$ 171 milhões em 46 projetos
englobando fiscalização, monitoramento e gestão do espectro, suporte à
mobilidade dos agentes e segurança de infraestruturas críticas.
Não consigo imaginar investimentos dessa monta no Brasil na área de
telecomunicações caso não tivéssemos conquistado o direito de sediar a
Copa em junho-julho de 2014!
Agora, as perguntas que não querem calar:
Que bandeiras deverão carregar os incautos que venham a participar de protestos contra a Copa em junho próximo?
A quem pode interessar o fracasso dessa próxima Copa no Brasil?
O que o Brasil fez para essa gente que mereça tão ruidosa torcida do contra?
Por Washington Araújo, acessado em 26 de fevereiro de 2014 em http://www.cidadaodomundo.org/2013/12/o-que-o-brasil-fez-para-merecer-tao-afetada-torcida-do-contra/
Assinar:
Postagens (Atom)












